domingo, 13 de fevereiro de 2011

Etiquetas psiquiátricas de transtornos inventados

Esse é um daqueles vídeos que fazem as pessoas se darem conta de coisas simples. De que somos seres humanos, não coisas, não doenças, não distúrbios. Que não estamos aqui para servir interesses, para servir de cobaias, para fazer grandes corporações e governos ganharem dinheiro as custas de nossa sensibilidade.

Estão tentando nos transformar em coisas. Liberte-se, liberte seus filhos, dessa sim, grande loucura armada. Querem nos dominar, podar nossa verdadeira vocação, nossa criatividade. Querem nos manter dopados, catatônicos e acreditando que não temos saída a não ser nos conformar em nossa condição imposta devidamente etiquetada.




E aí? Com qual etiqueta marcaram você?

6 comentários:

  1. Eu também chorei quando vi o vídeo.

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  2. Adorei a sintaxe, mas a respeito do ultimo parágrafo, não nos colocamos nas vidas dessas pessoas para julgá-las assim , desta forma. Tenho conhecimento de programas terapêuticos que melhoram as atitudes e ações, modo de pensar. Acabados, abatidos não,aprendendo e ensinando o que normalmentee o que eu vejo, não conhecem.

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  3. Por isso que falei que "Algumas pessoas aceitam de bom grado essa condição" e geralmente são aqueles que usam a doença como desculpa pra si e para os seus filhos ao invés de procurar ajuda e tentar se compreender melhor, se acomodam em uma zona de conforto que é apenas uma ilusão.
    Quando alguém serve de espelho para suas frustrações mal resolvidas explodem em raiva e violência como por exemplo o Ricardo Neis, o atropelador dos ciclistas.
    Não é a toa que a primeira coisa que ele fez foi se internar em uma clínica psiquiátrica em uma busca desesperada por uma desculpa onde ele não precisasse se responsabilizar pelo seus atos, tentando assim recuperar aquela zona de conforto ilusória.

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